Ética e exposição na mídia

31 10 2014

Atualmente com o advento da internet e das redes sociais (além da já conhecida televisão) perdeu-se a noção de privacidade.Muitas vezes por parte do próprio usuário, além dos perigos inerentes à vida na rede como é o caso da ação de hackers.
A abordagem trazida pelo seminário retrata essa situação através de casos verídicos e recentes como o da atriz Carolina Dieckmann, de ampla repercussão nacional, que teve suas fotos íntimas divulgadas na rede. Esse caso serviu de estímulo à promulgação de uma lei para punição de crimes dessa natureza. A apresentação trouxe ainda casos mais extremos – através de reportagens – como de jovens que chegaram a cometer suicídio devido à vergonha que sentiram pela exposição de seus conteúdos na internet.
Todos esses fatos corroboram a importância desse tema para a nossa sociedade, uma vez que estamos na era da informação e da mídia e quase tudo se torna “viral”, principalmente situações de constrangimento. Cabe a nós hoje, tomarmos consciência de que tipo de valores estamos construindo e perpetuando, uma vez que estes veículos midiáticos encontram-se em franca evolução, entretanto o uso que nossa geração está fazendo deles toma rumos assustadores, refletindo a crise moral que se agrava de maneira e geral e ameaça se disseminar às novas gerações.

Matheus Állan Maia
Luane Batista





Etica e infancia

24 10 2014

etica moral possui diferentes significados . A etica esta associada ao estudo fundamental dos valores morais que orientam o comportamento humano em sociedade enquanto a moral são os costumes ,regras e tabus e convenções estabelecida por cada sociedade .Etica e um conjunto de conhecimento extraidos da investigação , do comportamento humano ao tentar explicaras regras morais de forma nacional fundamentadas cientificas e teòrica .E uma reflexão sobre a moral ela e um conjunto de regras principais ou maneira de pensar de origem grega , com duas propriedade de carater. .Educação e Refêrençia. ajuda para a lição de casa.20/08/2014 Lei do Estatuto da Criança e do Adolescente. Art;1;Esta lei dispoe a proteger integral a criança e o adolescente . Art;2; considerar-se criança, para efeito desta lei a pessoa ate doze anos de idade , incompletos , adolescentes aquele ate entre doze e dezoito anos de idade . Art;3; A criança e o adolescente ,gozam de todos os direitos fundamentais inerentes as pessoas humana, sem prejuizo da proteção integral de tratar esta lei assegurado-se lhes por lei ou por outros meios todos as oportunidades e facilidades a fim de lhe facultar o desenvolvimento fisico, mental,espiritual e social em condições de liberdade e dignidade.





Não existe um “gene gay.”

24 10 2014

Apesar de haver várias especulações acerca da ideia de que as pessoas já nascem homossexuais, pesquisadores de grupos pro-homossexuais, após varias pesquisas puderam constatar que não há um gene específico que influa na formação do ser humano levando-o a optar por pessoas do mesmo sexo.
Segundo o blogueiro e colunista da revista veja, Felipe Moura Brasil, a ideia pre-concebida de que há um nascimento de um “ser gay” é inválida e sem embasamento. A conclusão que podemos ter, segundo Kinsey que é uma, dentre os numerosos pesquisadores esquerdistas da sexualidade hoje em dia é que, há um afloramento do gosto por pessoas, estas do mesmo sexo, o que é moldável pois, como se pode ver atualmente há certa fluidez, tendo o indivíduo uma mudança de comportamentos, o que muitos tem como os ex-homossexuais.
Em suma, o fato de nascer ou aflorar o gosto por pessoas do mesmo sexo é algo que permeia anos e o que há de concreto nisso é que, se deve buscar o respeito e a compreensão a tais indivíduos, levando em conta sua personalidade e não suas escolhas.





Guerra do Fogo

24 10 2014

Um certo tempo tudo começou novo, tudo começou a desenvolver os diferentes grupos de hominídeos, uma sociedade arcaica com suspense de ataques dos homens-macacos, um lugar bem diferente.
No filme Guerra do Fogo Jacques Annaud pensou muito bem nos aspectos da sua obra, tudo começou naquela época, um mundo de terra visivelmente de paisagem de um pequeno foco de fogo.  A tempo atrás relata uma época há 80.000 anos a.C. no período poloelitico, uma época de descobrimento, tudo era extranho, bem diferente mas pra eles homens-macacos era tudo normal.
Um certo dia no decorrer do tempo é marcado por muitas características, entre eles podemos destacar a fabricação de ferramentas, a de caça de animais, a pesca e a colheita de alimentos, uma realidade que iniciava uma vida de desenvolvimento de conviver com quatro grupos de hominídeos que lutavam para luta com o fogo que era um poder de sobrevivência.
É pouco difícil escrever e pensar que tudo começou a desenvolver no mundo contemporâneo dias e noites grandes lutas, sofrimentos, desespero e outros. O sexo mesmo era feito de uma forma animalesca e instintiva e era tão evoluída que através de linguagem própria , seus alimentos como animais, couro de animais carnívoros e canibais, vestiários nus, ou pele de animais, moravam em cavernas, cabanas, cultuavam o fogo e dominavam e se expressavam com gestos e sons. Tudo era impressionante nesse mundo como se fosse uma vida efêmera e ao longo do tempo cada ano começaram a desenvolver as pessoas (Homo-Sapiens), as cidades começaram a ficar lindas, objetos entre outros.
A Guerra do Fogo ao longo do tempo naquelas florestas, desertos como brigas entre dois grupos de hominídeo que tinham hábitos diferentes de vida por não estarem na mesma fase de evolução muitos gritos, grunhidos e pela linguagem corporal.
Um filme arcaico, mas pra eles era tudo constantemente tão nova, tudo tinha o acaso e necessidades e começaram descobrir com passar do tempo as atualidades de certos recursos.





Lei Maria da Penha: Uma conquista na luta da mulher!

24 10 2014

Dês dos primórdios dos tempos, as mulheres vêm sofrendo agressões dos seus parceiros ou de uma parte da sociedade masculina atualmente denominados machistas, por serem consideradas seres frágeis e de capacidade inferior. Naquela época, as mulheres não possuíam direito de se posicionar, e por isso essas agressões físicas ou no entanto morais eram mantidas no que acreditavam ser seu lar familiar.

Porem essa monstruosidade começou a ser reconfigurada, as mulheres passaram a ocupar seu devido lugar na sociedade, quer dizer, ocupar um lugar no qual se igualavam aos homens seja humanamente ou competentemente falando pelo próprio olhar deles e do resto da sociedade que não acreditavam no potencial feminino. Com esse avanço nas relações igualitárias, a violência contra a mulher passou a ter uma abertura na sociedade, passaram a reivindicar aquilo que não só elas mais todos temos por direito que é a liberdade e o direito sobre seu corpo e suas escolhas.

Após muitos movimentos de repudio a uma falta de lei que acolhesse e amparasse as vítimas desse tipo de agressão, foi sancionada em 2006 pelo presidente Luiz Inácio a lei 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, ganhou este nome em homenagem à Maria da Penha Maia Fernandes, que por vinte anos lutou para ver seu agressor atrás das grades pelas agressões e tentativas de homicídios feitas a ela.

Essa lei ,estabelece que todo o caso de violência doméstica e intrafamiliar é crime, deve ser apurado através de inquérito policial e ser remetido ao Ministério Público. Esses crimes são julgados nos juizados especializados em violência doméstica contra a mulher, criados a partir dessa legislação, ou, nas cidades em que ainda não existem, nas varas criminais.

Portanto, essa lei veio para proporcionar as mulheres que eram e são agredidas a oportunidade de fazer justiça com esses agressores que acham que medem sua masculinidade no poder exercidos sobre suas parceiras ou nas mulheres da sociedade. Mas, ainda existe uma minoria que se deixam ser violentadas por medo e vergonha que a sociedade saiba das agressões que elas vêm sofrendo dentro de casa e que com isso elas não consigam se reestruturar. Com isso, além da preocupação com a prevenção da violência e proteção das vítimas, estado também tem a responsabilidade de ajudar na reconstrução da vida das mulheres, prevendo a assistência de forma articulada com objetivo de preservar a integridade física e psicológica da vítima.





A violência contra a mulher

24 10 2014

A violência contra a mulher é um ato comum entre diversas nações e culturas, onde a figura masculina vê-se no poder, agredindo – física, sexual ou psicologicamente – a vítima. Tentar definir um motivo que justifique tal ação é encontrar-se em um beco sem saída, pois nada justifica a violência.

No Brasil, os números de agressões por ano são alarmantes. De acordo com o Sangari, só entre 1980 e 2010, cerca de 90.000 mulheres foram assassinadas no Brasil. Em 2014 o número cresceu. Até junho deste ano, o Ligue 180 registrou 30.625 denúncias de violência. Este número seria ainda maior se uma grande parcela das vítimas não desistisse ou não se intimidasse em fazer as ocorrências. Por medo das retaliações por parte dos agressores, muitas mulheres preferem manter em segredo os maus tratos. Infelizmente, a omissão acaba levando à morte.

Para combater esses casos, em setembro de 2006, a Lei Maria da Penha finalmente entrou em vigor e fez com que a violência contra a mulher deixasse de ser tratada como um crime em menos potencial. Também acabou com as penas pagas através de cestas básicas e multas. Essa lei foi em homenagem à Maria da Penha Maia Fernandes, a qual sofreu duas tentativas de assassinato por parte do seu ex-marido Marco Antônio Viveros. Maria lutou durante vinte anos na justiça contra o seu ex-marido, ganhando inclusive apoio internacional. Foi apenas em 2002 que conseguiu a prisão do agressor, mas este ficou retido somente por dois anos.

Em meio a casos como esse, não é de se estranhar o porquê da omissão da vítima, pois esta acaba não se sentindo segura. A penalidade, no Brasil, ainda é muito fraca; permitindo brechas nas quais em pouco tempo a liberdade do agressor é protestada. Assim, é preciso que o governo se empenhe mais em garantir não só a aplicação das punições, mas também o cumprimento destas. Além de assegurar que a vítima sempre se encontre em segurança.

Alunas : Laiana Campos Soares e Bruna Maria.





Ética e Internet

24 10 2014

A internet é algo cada vez mais comum na vida dos cidadãos. Surgiu através de pesquisas militares, na época da Guerra fria, em meio à disputa tecnológica entre Estados Unidos e União Soviética. O primeiro computador – ENIAC – começou a ser desenvolvido nesta época e pesava cerca de 30 toneladas.  Desde a década de 90, quando a internet começou a alcançar a população, muita coisa aconteceu e modificou por completo o sistema de comunicação mundial.

Ao parar para pensar sobre um tema como “internet”, tudo parece um assunto já decifrado, assimilado. O interessante surge quando nossa mente desperta para o tamanho das consequências que o uso indevido desta pode causar. Pode afetar não apenas uma pessoa, um grupo, mas até nações. Como aconteceu no caso de espionagem do governo norte-americano a diversos países, incluindo o Brasil.

A informação de que o governo dos Estados Unidos utilizava vários programas de espionagem contra não só a população americana, mas também outros países, revoltou diversas nações. Edward Snowden, ex-técnico da CIA foi o responsável por vazar as informações à imprensa, pois se sentiu no direito ético de deixar as pessoas decidirem se tais programas são certos ou não.

Assim como vários países da União Européia e América Latina, o Brasil também foi alvo de investigações. A própria presidenta Dilma e todos que possuem ligação direta ou indireta a ela tiveram suas contas privadas invadidas e monitoradas. O ato foi prontamente repudiado pelo povo brasileiro e o discurso feito pela presidenta, durante a Cúpula do MERCOSUL no Uruguai, explicitou como tais atos invasivos foram considerados inadmissíveis e inaceitáveis.

A internet trouxe sim avanços ao mundo em vários aspectos além do comunicativo, mas também despertou a atenção para o modo deste uso. O direito de alguém termina quando começa o do outro e quebrar tal premissa é de cunho totalmente opressor e desrespeitoso.

Alunos: Laiana Campos Soares e Matheus Állan Maia.








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.